Após o Tiger Moth comecei a voar no T-6. Era um avião moderno, mais completo e ótimo para instrução, em especial o voo por instrumentos, utilizando o modelo T-6G.
Apesar disso não me entusiasmou, talvez por ter tido três instrutores diferentes.
Nada se passou de especial durante esse período, a não ser… Quando um dia, ia rolar para a posição de descolagem muito descontraidamente, sem obedecer às regras de rolagem com vento de cauda (manche para a frente e velocidade reduzida).
Apesar disso não me entusiasmou, talvez por ter tido três instrutores diferentes.
Nada se passou de especial durante esse período, a não ser… Quando um dia, ia rolar para a posição de descolagem muito descontraidamente, sem obedecer às regras de rolagem com vento de cauda (manche para a frente e velocidade reduzida).
Para não me esquecer da parvoíce, comecei a sentir o avião a levantar a cauda e muito suavemente a hélice a começar a bater no chão (na relva). Após 2 ou 3 rotações, o motor parou.
Fiquei imóvel na cabine. Porquê?
O avião estava na horizontal com a hélice (na vertical) e uma pá espetada no solo. Tive receio que ao movimentar-me desequilibrasse o avião provocando estragos desnecessários.
Mas que grande melão!
Tive de esperar que me socorressem… e se rissem…
Pode rir-se também à vontade!
Fiquei imóvel na cabine. Porquê?
O avião estava na horizontal com a hélice (na vertical) e uma pá espetada no solo. Tive receio que ao movimentar-me desequilibrasse o avião provocando estragos desnecessários.
Mas que grande melão!
Tive de esperar que me socorressem… e se rissem…
Pode rir-se também à vontade!
Durante a instrução e mais tarde alguns voos na Ota, perfiz 145:55 horas nesta aeronave.
Texto. Cap. (Ref) Fernando Moutinho
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