Os F-5EM são, neste momento, a ponta de lança da defesa aérea do Brasil e fazem parte do dispositivo operacional empregue no período do Mundial 2014.
O governo federal Brasileiro publicou ontem, quinta-feira dia 12, no “Diário Oficial da União”, um decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff que autoriza o comandante da Aeronáutica a abater aeronaves que ameacem a segurança do espaço aéreo brasileiro durante o período do Mundial 2014 que se disputa naquele país.
A possibilidade do Comando da Aeronáutica autorizar a destruição de aviões considerados hostis, está prevista no Código Brasileiro das Forças Armadas desde 1986. No entanto, para que o comandante possa executar essa medida, precisa contudo de ser autorizado, via decreto com origem na Presidência da República.
O decreto publicado no “Diário Oficial” começou a valer a partir de ontem, data em que se iniciou a competição e vigorará até depois da fina, que acontecerá no Rio de Janeiro, no dia 17 de julho. O ministro da Defesa, Celso Amorim, também assina a autorização.
Os "Super Tucano" fazem também parte deste dispositivo.
Cerca de 12 700 militares e 77 aeronaves formam a estrutura responsável para garantir a segurança do espaço aéreo do Brasil durante o Mundial, segundo informações do governo federal.
O plano é semelhante ao de eventos anteriores, como na Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
O plano é semelhante ao de eventos anteriores, como na Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), são três zonas de exclusão do espaço nas 12 cidades-sede dos jogos: a área “branca”, reservada, que começa a cerca de 100 km dos estádios; a “amarela”, restrita (12,6 km); e a “vermelha”, proibida (7,2 km).
Fonte: PA
Adaptação: Pássaro de Ferro
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